(Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá uma última chance de pleitear sua reeleição diante de uma audiência enorme de norte-americanos quando confrontar o rival democrata Joe Biden nesta quinta-feira no debate final entre os dois antes da eleição de 3 de novembro.

O encontro televisionado acontece no momento em que Trump precisa urgentemente alterar a trajetória da corrida. Biden tem uma vantagem considerável nas pesquisas nacionais a menos de duas semanas da votação, embora a disputa esteja muito mais acirrada em alguns Estados-chave.

Pesquisas de opinião mostram que há relativamente poucos eleitores indecisos. O número recorde de 42 milhões de norte-americanos já votou antes do debate em Nashville, no Tennessee, o que significa que a oportunidade de Trump influenciar o resultado da corrida pode estar passando.

O primeiro e agressivo debate entre Biden e Trump foi assistido por ao menos 73 milhões de telespectadores. Trump recusou um segundo debate quando este foi alterado para um formato virtual após seu diagnóstico de Covid-19.

A doença manteve o republicano longe dos eventos de campanha durante mais de uma semana, e ele vem tentando recuperar terreno furiosamente desde então, às vezes realizando dois comícios em um dia.

Seu itinerário de viagem vem se concentrando em Estados como Arizona, Flórida, Carolina do Norte e Pensilvânia, onde sondagens apontam que a disputa está mais apertada e onde vencer poderia lhe conceder uma vitória no Colégio Eleitoral.

A pesquisa Reuters/Ipsos mais recente mostra Biden com 9 pontos de dianteira nacionalmente, menos do que os 12 pontos da primeira semana de outubro, mas com uma vantagem considerável nos competitivos Michigan e Wisconsin.

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